lugares, sentidos, curiosidades de tudo um pequeno pouco.
Carol Gomes, prefiro assim
Bióloga, cursando mestrado em genética. Noiva. Possui um grande apresso pelos animais. Ama ler, apesar de ter tido muito pouco tempo pra isso. Fã de literatura fantastica e épica, e gostaria de entender o preconceito dado ao gênero. Não nega um bom passeio ao cinema e amaria saber cozinhar melhor.
Ontem fui ao cinema e assisti a invenção de Hugo Cabret, uma adaptação de Martin Scorsese para o livro de mesmo nome de Brian Selznick, o filme é líder de indicações ao Oscar este ano, com 11 indicações e é justo. O filme conta uma historia que pode parecer repetitiva, como tantos outros Hugo se torna órfão e se vê sozinho tendo que lidar com o medo da solidão e a saudade da família. Cuidando dos relógios de uma estação de trem de Paris, oficio aprendido com o tio e com o pai ambos relojoeiros. Hugo tem como grande objetivo arrumar uma máquina encontrada pelo pai antes de sua morte, que tem a função de escrever funcionando como um boneco de corda, na esperança de uma mensagem do pai.
Não entrarei em detalhes da historia, porque sou pessima com essas coisas, vou acabar contando todo o filme, mas o que mais me encantou no filme além de toda a fotografia e atores ótimos (inclusive o menino que interpreta Hugo) foram as mensagens passadas na historia: a importancia da familia, dos amigos e da arte, no caso do cinema (algo que particularmente adoro).
Alem disso Hugo acredita que todos temos um proposito na vida, assim como as máquinas; como ele mesmo diz, nenhuma maquina tem uma peça a mais, todas estão lá por algum motivo, se o mundo funciona como uma grande maquina, então estamos todos aqui por um proposito.
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